terça-feira, 3 de maio de 2011

2º Etapa do Circuito Netuno de Travessias 2011

No dia 1º de Maio foi realizada a 2º Etapa do Circuito Netuno de Travessias, realizada mais uma vez no Canal 6 em Santos, na ponta da praia.




Estava um dia de sol ameno, o mar estava calmo e estava me sentindo melhor da panturrilha, meus treinos na piscina tinham melhorado, e estava confiante que conseguiria abaixar o meu tempo da primeira Travessia.



Fiz uma largada em um ritmo conservador, mais uma vez me orientei bem com a mascara, acho que estou pegando o jeito da coisa, ou pelo menos ficando menos ruim na orientação no mar, não nadei em um ritmo forte,desde a largada até o contorno da primeira bóia,(total de 4 bóias formando um retângulo a ser contornado ), pois na etapa anterior tinha feito isso e acabei ficando muito cansado no resto da travessia, do contorno da segunda bóia em diante fui aumentando o ritmo de maneira gradativa, e fechei a competição com o tempo de 30’24. Ainda não é o mesmo tempo que faço na piscina que é 29’, mas está se aproximando.
Recebi a segunda medalha que junto com a primeira vai formando uma mandala, se completar o circuito todo,as 5 etapas, ela estará completa.



quinta-feira, 14 de abril de 2011

3º Etapa Costa da Mata Atlântica

          A XII Travessia - Maratona Aquática Rio Itanhaém,com a distância de 1500 metros, aconteceu este domingo dia 10 de Abril , um dia nublado com água fria, por volta dos 23º segundo informações da organização, com uma corrente vazante sentido Rio – Mar. O que ajudou muito os atletas a melhorarem seus tempos na prova.
Ainda não estando 100 % da contusão da panturrilha, mas com vontade enorme de voltar a fazer algo em ritmo competitivo, voltei a competir, estava agendado no meu calendário um biathlon pra hoje, mas em função de ainda não poder correr, acabei substituindo por está travessia.


 Foi minha primeira travessia em minha cidade, o que é legal, pois é uma prova com muitos amigos e colegas de treino participando o que dá pra antes da largada, colocar o papo em dia.
 Estava estreiando em travessia minha mascara nova, com condição de visibilidade do tempo e da água semelhantes as que encontrei na travessia Netuno em Santos. E a diferença de visibilidade foi gritante, em nenhum momento tive problemas de orientação. Tendo que me preocupar somente em nadar mesmo.



 A largada foi realizada no cais, tivemos que pular na água, e esperar a sinal de largada, estava focado de nadar encaixando a técnica e fazendo bastante força no inicio pra ver até quando mantinha o ritmo forte, o que foi em boa parte ajudado pela correnteza e também pela temperatura da água amena. Mantive esse ritmo até perto da chegada na praia da saudade, ai a fadiga começou a aparecer e ai lembrei a citação do ciclista italiano – Marco Pantani : Quando mais rápido eu for, mas rápido acaba o sofrimento. Resultado disso foi um tempo de 20’30’’. O que dá uma média de 1’22’’ a cada 100 metros, claro que ajudado pela correnteza que estava fazendo, mas o resultado da prova me deixou muito feliz, fiquei em 6º na categoria, e estou aos poucos melhorando meus tempos e não senti nenhuma dor na panturrilha.

                           

               

quarta-feira, 30 de março de 2011

1 º Etapa do Triathlon Santa Cecilia TV

No dia 27 de março, foi realizada a 1º etapa do triathlon Santa Cecília TV na praia dos milionários em São Vicente, prova de short triathlon com vácuo, o meu primeiro triathlon de 2011 e o primeiro com vácuo já que minha estréia foi em prova sem vácuo liberado.
A prova começou bem antes da largada, arrumando tudo no carro ainda cedinho, me alimentando e hidratando para estar tudo tranquilo na largada. Correu tudo bem, saímos eu e minha namorada no carro, e fomos ao ponto combinado para encontrar mais dois colegas que iriam pra prova o Yucatán e o Magrão, destes somente o primeiro iria competir. Fomos os quatro em dois carros sem problemas até o local da prova, chegamos lá e começou o ritual que antecede uma prova de triathlon e que faz com que aos poucos a adrenalina vá subindo, como: Retirada do kit, pintura do número, organização dos materiais na área de transição, etc.




 O friozinho na barriga agora é companhia já certa, então o jeito é ir alongar e se aquecer para tentar focar na prova e esquecer um pouco a ansiedade pré-prova. Depois de nadar no local da prova estava mais relaxado, pois a natação vai ser tranqüila, mas apreensivo, pois minha panturrilha que tinha me incomodado nos treinos de corrida, inclusive me fez  abortar alguns deles pra estar aqui no dia da largada, volta a incomodar. Mas redobro a atenção nos alongamentos e a dor aos poucos vai dispersando.
Fico conversando com os meus amigos e estou me sentindo confiante e o mais importante feliz por estar aqui.



Dada a largada da prova tento fazer mais força na saída do que minha última prova de triathlon em Santos, tendo uma visibilidade da água perfeita, tento nadar na esteira do grupo intermediário e consigo ficar entre eles o que pra mim já me deixa contente, pois na prova anterior sobrei no fim do pelotão e aqui fiquei no meio. Na saída da água verifico o tempo e vejo que sai com 14’40 pra quem tinha saído pra 17’00’’ do ultimo triatlhon houve um evolução já o que me deixou contente.


 Saio pra transição ofegante mais não tão cansado, pego a bike e saio com um pelotão que saiu da água junto comigo, ai me deparo com o primeiro imprevisto da prova meu Kateye não está funcionando, não esta marcando a velocidade e a distância, apenas a cadência que pra esse tipo de prova não adianta muito saber, só que visualmente o ritmo do pelotão que eu saí é inferior ao que treinei e vou pra frente do pelotão faço força e alcanço outro pelotão, que está mais compatível com a velocidade que estou imprimindo,na abertura da segunda volta vou pra frente desse pelotão e falo com um atleta pra irmos revezando pra acompanharmos o pelotão da frente.




Começo a puxar mais em menos de uma volta num total de seis, sinto uma forte fisgada na panturrilha e tenho que diminuir o ritmo meu “colega de roda” ( Depois vir a saber que se chama: Fernando ) senti isso e vai me puxar me puxa por quase uma volta, agora as dores são mais controláveis vou e puxo de novo o pequeno pelotão e ficamos revezando nisso até a entrada da T2, aonde ele vai pra frente do pelotão entrando na transição na minha frente, nisso já olho o tempo que fiz juntando a natação e bike e já vejo que perdi muito tempo na bike pela contusão e fico imaginando como pode ser a corrida, só que esses pensamentos não duram muito são frações de segundo, pois ainda tenho que fazer a transição e correr 5 km, sai pra corrida depois de ter feito uma T2 rápida alcanço alguns atletas e até passo o Fernando, tento manter uma freqüência de passadas que estou acostumado nos treinos com uma amplitude baixa mais com uma boa freqüência pra não desgastar mais o músculo do que já esta, no começo parece dar certo, pois há dor, mas está num nível suportável não consigo correr no meu ritmo de prova mais a situação está controlada, passando a primeira volta de um total de duas, a vontade de parar e abandonar a prova é maior do que qualquer coisa, pois a cada passo parece que a dor aumenta, nisso o Fernando me alcança e pergunta o que está havendo falo da Panturrilha e ele vai ombro a ombro comigo, me incentivando até próximo a linha de chegada, a dor vai ficando insuportável mais com a ajuda dele fica mais fácil controlar a passada, mudo a técnica pra não forçar tanto a panturrilha e conseguir terminar a prova, quando ele perguntando se estava tudo bem, se dava pra eu terminar respondo positivamente, se tivesse força espoçava um sorriso de agradecimento, mas eu estava num dilema ou sorria ou corria, os dois juntos não era possível. rs .. Lembrei nesse momento na Chrissie Wellington que consegue correr brilhantemente uma maratona no triathlon com um sorriso cativante, agradeço e ele sprinta eu mantenho o mesmo ritmo pra fechar a prova em 1h 23’00’’. Já chego, e fico mais feliz em pegar o gelo e colocar na panturrilha do que com a medalha da prova que vi depois com mais calma ver e achei bem bonita. Depois do triathlon fico sabendo que meu amigo Yucatán conseguiu ficar em 5º na categoria dele o que é muito legal, e ainda acabo ganhando um pen drive no sorteio dos brindes, chegando à minha cidade fui ao médico o que ele depois de realizar um ultra som detectou ruptura parcial das fibras do gastrocnêmio, ou seja, minha panturrilha quase se foi, agora é cuidar pra me recuperar bem, não sei quanto tempo vai demorar, mas tenho que ter paciência. “Li estes dias que: “A calma é a virtude dos fortes”. Espero encontrá-la.





segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Minha Primeira Travessia


No dia 27/02, aconteceu a 1º Etapa do Circuito Netuno de Travessias 2011, realizado no canal 6 em Santos, prova com 1,5 km de extensão. O dia estava nublado e o mar calmo, porém não conhecia o local da prova, e só na praia constatei que a água é muito escura o que logo depois vinha, a saber, que teria problemas com isso, pois só tinha levado um óculos e esse era fumê. Então aprendi mais uma lição: sempre levar dois óculos para condições climáticas e cor da água diferentes... rs !
A prova era em formato retângular eu teria que contornar as quatro bóias e passar pelo pórtico de chegada. Até ai tudo bem simples.




Tinha me preparado bem para a prova em termos de resistência, a distância já não era um obstáculo para mim,com o tempo estou adquirindo e aos poucos estou adquirindo velocidade, mas como o objetivo da prova é me familiarizar com essa distância para os triathlons olímpicos o treinamento foi adequado.





 Foi dada a largada fui num ritmo moderado para forte, para evitar tomar socos e pontapés, já que a minha velocidade ainda não me permitia nadar na esteira dos grandes nadadores da prova, feito isso continuei mantendo o ritmo até contornar a primeira bóia de sinalização, aí veio o problema à outra bóia era de cor amarela e estava a uns 600 metros da primeira bóia, mas no mar escuro de visualização muito difícil o que me fez nadar boa parte do tempo alternando entre o crawl e o nado usado no water polo, mas isso não me impediu de me perder e nadar um pouco em zig-zag, perdendo um tempo precioso para voltar ao percurso da prova, contornei a segunda bóia e fiquei feliz em saber que a terceira era de cor branca, o que para mim fazia muito diferença em termos de visualização, tentei apertar o ritmo das braçadas fazendo mais força, mas meus braços já estavam cansados do esforço de nadar e me orientar no mar, entretanto dessa vez não me perdi e parti para quarta e última bóia sentindo como se meus ombros e meus braços tivessem com o triplo do tamanho devido ao acúmulo de ácido láctico, mas como o negocio é para ser difícil se fosse para ser fácil tinha ficado no sofá assistindo TV. rs...




Vamos lá que já está chegando, num último esforço aumentei um pouco o ritmo para tentar melhorar meu tempo que sabia que seria bem maior do que o tempo que eu tinha feito na piscina na mesma distância, que ficava em torno de 29 minutos. Enfim, cheguei com o tempo de 32’ 00’’, feliz por ter cumprido o objetivo, mas não satisfeito com o resultado. Agora é me preparar melhor para a segunda etapa que vai ser no dia 1º de maio, no mesmo local então já sei que terei que adquirir um óculos de melhor visualização na água.
Por hora vou aproveitar para comemorar a minha chegada tomando um sorvete com a minha namorada. rs !! 


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

“Férias” – Se é que triatleta tem isso... rs !!

            Depois da minha estréia no triathlon e mais duas semanas de treinos moderados, chegou o período de festas, meu aniversário, natal e ano novo, coincidindo com as férias do meu trabalho.
            Acabei viajando pra Ubatuba -SP para passar uns 20 dias com meus pais e mudar de ares pra treinar um pouco. Nesse período fiquei sete dias off treino.
Voltando aos treinos, comecei um trabalho de base, dando ênfase à natação que é o meu ponto fraco no triathlon, natação está feita toda no mar, na linda praia da Lagoinha em Ubatuba.




 Treinei também corrida tanto na areia fofa da praia pra trabalhar força, como também longos no asfalto pra trabalhar resistência. O que deixou a desejar nesse período foram os treinos de bike, que foram atrapalhados num dado momento pelo enorme fluxo de carro na rodovia, que fez com que eu treinasse apenas no rolo de treino, e depois tive problemas na bike o que fez com que eu ficasse sem treinar de vez até voltar pra Itanhaém.
Chegando a Itanhaém, voltei a fazer musculação, a correr e ao ciclismo, pois arrumei minha bike. Fiquei uma semana sem treinar natação por falta de piscina, pois a que treino ainda estava em período de férias, mas substitui os treinos de natação pela musculação e ciclismo que tinham sido deixados de lado em Ubatuba.



Depois voltei a treinar natação na piscina já visando minha primeira competição do ano que será uma travessia de 1,5 km. Distância está que ainda não percorri em provas nadando, mas que pretendo acostumar para quando migrar para os triathlons de distância olímpica já fazer parte da minha rotina de competição.